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O SOLO RESPONDE AO TRATAMENTO

Oportuna a escolha pela FAO de 2015 como o Ano Internacional dos Solos, assim como a reportagem da revista em março. Realmente, está na hora de o produtor brasileiro se dar conta que nada é mais valioso na propriedade dele do que o solo dele. Não o silo de R$ 3 milhões, a colheitadeira de R$ 800 mil, mas a terra onde ele produz o seu dinheiro. Infelizmente, muitos tratam mal demais os solos de suas lavouras, e aí não adianta depois ficar despejando rios de dinheiro em adubos e fertilizantes, achando que assim, por milagre, as produtividades serão recorde. O alerta foi dado.

Gilson Covalatti
Andradas/MG

O SOLO RESPONDE AO TRATAMENTO II

Não tem como falar em solos agrícolas sem falar de sistema plantio direto na palha. Cultivo sustentável passa sempre pela promoção da cobertura do solo, via planta viva, via planta morta. E de maneira alguma revolver a terra. Pelo que eu vejo e acompanho, até nesta revista, isso até vem sendo praticado, às vezes com não muita eficiência. O problema é a não observância da rotação de cultivos. O milho nem sempre dá dinheiro, e a soja há muito tem sido bem remuneradora. Então, não tem como convencer o produtor a "rodar" as culturas. Uma pena. Azar do solo.

Celeste de Azambuja
Tapurah/MT


EM DEFESA DO ORIZICULTOR

Gostei da forma como o senhor Guinter Frantz abordou o arroz (na foto, presidente do Irga, em O Segredo de Quem Faz, edição de março). Sobretudo onde ele aborda o plantio da soja em várzeas de arroz. Fiquei impressionado ao saber que 300 mil hectares já são plantados assim no Rio Grande do Sul. Isso significa diversificação de renda ao produtor de arroz, o que é ótimo, e rotação de culturas, o que é muito bom também. Tomara que em breve toda ou quase toda a área de arroz do Rio Grande do Sul esteja tomada pela soja.

Amarildo Pessoa Jr.
Horizontina/RS