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A GRANJA: 70 ANOS DE CREDIBILIDADE

Há 70 anos, o agronegócio brasileiro evolui em maquinários, terras produtivas e tantos outros acontecimentos econômicos e históricos. Acompanhar essas transformações já garante À Granja o nosso agradecimento. Porém, vocês conseguiram mais: obter credibilidade, se reinventar a cada novidade e, acima de tudo, rigor na apuração com informações valiosas. O Brasil, e mais precisamente a agricultura nacional, desenvolve- se com alguns cliques no monitor do tablet ou smartphone. Com essas tecnologias, o produtor consegue antecipar tendências e as mudanças no clima. E é exatamente isso que A Granja faz pelo leitor, um jornalismo que antecipa ações e atualiza das mudanças. A gratidão é nossa por esse trabalho e empenho durante os anos. Para os próximos, desejamos muito mais sucesso.

Alessandro Maritano
vice-presidente da New Holland para a América Latina


SHOW DE PRODUTIVIDADE NO CAMPO

Muito interessantes os artigos que abordaram o agronegócio brasileiro nas últimas décadas publicados pela A Granja de janeiro. Gostei sobremaneira da interpretação do ex-ministro da Agricultura, o senhor Roberto Rodrigues. Ele lembra em um trecho que, nos últimos 20 anos, a área plantada com grãos cresceu 41% no Brasil, enquanto a produção saltou 223%! Ou seja, parabéns a todos pelo aumento vertiginoso da produtividade. O próprio Roberto Rodrigues esclarece que, pela produtividade de 20 anos atrás, para o Brasil colher o que vem colhendo seriam necessários mais 66 milhões de hectares! Um absurdo de área extra.

Danton Schmidt
São Desidério/BA


AUMENTOS DO CUSTO DE VIDA E DE PRODUÇÃO

Dizem que o Brasil só começa a funcionar depois do Carnaval. Mas em 2015 foi diferente. Pelo menos no Palácio do Planalto. Escrevo esta carta alguns dias antes das festas que param o País. Pois neste momento é só ligar a TV no noticiário que, além da corrupção na Petrobras, vejo o anúncio de novos aumentos. Combustíveis, energia elétrica, empréstimos. Todos os dias. E não é aumento pequeno não, de 3,5%; são aumentos bem robustos, de 20%, 40% e por aí vai. Lamentável! Onde a gente vai parar? Desta vez eu também preferia que o Brasil tivesse começado a funcionar só depois do Carnaval.

Pedro de Alcântara
Porto Alegre/RS