Linha de Frente

14 anos de GTS DO BRASIL: inovação, responsabilidade e tecnologia

A área fabril da matriz foi ampliada em 6.300 metros quadrados, e ainda iniciaram as atividades da filial com 6.200 metros quadrados de área fabril/administrativa, e a área externa de mais de 30 mil metros quadrados

Um sonho que não é executado permanece sendo um sonho. Um sonho que é planejado vira verdade. Vira uma vida, que se transforma em muitas vidas. Foi esse o caminho escolhido pela GTS do Brasil: melhorar a produtividade no campo. Foi em 1994, quando a família Strasser, uma das pioneiras no plantio de milho em espaçamento reduzido no Brasil, resolveu inovar o sistema tradicional de plantio praticado na época, unificando os espaçamentos das culturas, como milho, soja e feijão.

Os Strasser perceberam que umas das dificuldades na lavoura era a ausência de uma plataforma que colhesse milho com espaçamento de 50 centímetros. Ao detectarem o problema, não se conformaram. Com muita ousadia e determinação, transformaram a primeira plataforma de milho, de 70 para 50 centímetros. Os resultados não poderiam ter sido melhores. Este primeiro equipamento originou uma empresa de plataformas, buscando parcerias no exterior. Em 2000, conquistaram dois sócios, com mais de 30 anos de experiência industrial no mercado. Foi dessa união entre os três sócios que nasceu, em 14 de setembro de 2000, a GTS do Brasil. Nos anos de 2001 e 2004, a família Strasser comprou a parte dos parceiros. Desde então, a GTS do Brasil é uma empresa com capital 100% brasileiro.

Captação, pesquisa e execução — A GTS do Brasil não se acomodou. Essa é uma palavra que a empresa desconhece. A percepção apurada e a inquietude da família Strasser estão no estímulo dos colaboradores, que estão sempre atentos em busca de inovação. Desse conjunto de habilidades surge um empreendimento social, tecnológico e econômico que desencadeia novidades que são soluções para a produtividade do agronegócio, seja ele de pequeno, médio ou grande porte, focados em diversificar a linha de produtos, que é formada por plainas, equipamentos para transporte, manejo do solo, colheita e pós-colheita, para atender novos mercados.

Com aproximadamente 30 lançamentos, a GTS do Brasil estabeleceu uma relação de fidelidade com os clientes. Em 2014, a empresa atingiu um grau de maturidade tecnológica e funcional com o lançamento de produtos arrojados que oferecem soluções que otimizam o tempo do produtor. Após pesquisas com clientes, foram constatadas as necessidades relatadas pelos empresários do agronegócio. Essas passaram então a ser prioridades para a GTS do Brasil. Assim, a empresa lançou o Subsolador Terrus, a carreta Multiuso UpGrain e a “sementeira” UpGrain Four in One.

Carretas UpGrain e o subsolador Terrus: trabalhando junto com o produtor — A velocidade de deslocamento, de descarga e a alta qualidade da semente, grão e adubo são vantagens das Carretas UpGrain da GTS do Brasil, uma aposta ousada do grupo. O equipamento traz versatilidade, segurança e resistência no deslocamento de sementes, grãos comerciais ou fertilizantes, tudo isso em benefício do agricultor. Conforme destaca o presidente da GTS, Assis Strasser, a carreta traz para o produtor rural a solução adequada quanto à velocidade de deslocamento, velocidade de descarga, alta qualidade, redução máxima de dano, tudo isso contemplando a necessidade do agricultor, melhorando a produtividade e o rendimento.

Diferentemente das outras carretas, a UpGrain direciona o tubo no sentido do trator, tornando a visualização da descarga mais fácil. Além disso, a UpGrain na versão Four in One é a única carreta graneleira capaz de transportar sementes com redução máxima de dano. O subsolador Terrus compro- Fotos: Divulgação va a pujança inovadora da GTS do Brasil. O equipamento descompacta desde a superfície até as camadas mais profundas do solo, revolvendo o mínimo da camada superficial, sem danificar a estrutura do solo, proporcionando melhores condições para o desenvolvimento radicular das plantas e, consequentemente, aumentando a sua produtividade. Uma das grandes diferenças que destaca o produto no mercado de subsoladores é que o Terrus é o único compatível com o plantio direto.

Pulsante na economia — A GTS do Brasil conta com duas unidades fabris em operação e a terceira em fase de projeto para construção, com previsão para inauguração em 2016. São produzidos subsoladores, carretas graneleiras, plainas niveladoras, carro para transporte de plataformas, plataforma para corte de cereais e mais de quatro mil variações de plataformas de milho. Quando se trata de milho, a GTS do Brasil é expert, apresenta uma linha de plataformas em alumínio, com a mundialmente conhecida X10, e a linha de aço carbono Produtiva, dividida nos modelos, Black, Tecno e Prime. Para formar esse conceito tecnológico, conta ainda com aproximadamente 250 colaboradores diretos e ainda mais de 600 empregos indiretos.

Nos últimos quatro anos, a GTS do Brasil cresceu visivelmente e de maneira muito estruturada. Desse modo, nos anos de 2010, 2011, 2012 e 2013, a empresa atingiu índices consideráveis de produtividade. Entre 2012 e 2013, porém, obteve-se um dos crescimentos mais representativos, com aumento de 50% de faturamento, enquanto a produção de plataformas de milho deu um salto na mesma magnitude. Para acompanhar essa demanda, houve contratação de mais de 60 funcionários e a adequação de diversos processos produtivos. Além disso, a área fabril da matriz foi ampliada em 6.300 metros quadrados e iniciaram as atividades na unidade III (uma das filiais) com 6.200 metros quadrados de área fabril/administrativa e área externa de mais de 30 mil metros quadrados.

Proativa em ações ambientais — Para trabalhar com ações proativas em relação ao meio ambiente, a empresa optou por processos livres do nocivo Cromo IV. Foram substituídos todos os processos de zincagem hexavalente por processos de zincagem trivalente, um processo muito mais trabalhoso e oneroso, mas que resulta em peças mais duráveis com encaixes perfeitos e livres de metais pesados como o Cromo IV. Também foi criado um padrão de tintas mundial o RAL-GTS, desenvolvido ao longo de 14 meses com fornecedores, onde se dispõe de tinta especial muito mais resistente, com maior camada de cobertura e livre de metais pesados.

Para formar os conceitos tecnológicos da empresa, a GTS do Brasil conta ainda com aproximadamente 250 colaboradores diretos e ainda mais de 600 empregados indiretos