Aqui Está a Solução

 

EXPORTAÇÃO DE TABACO

Olá, amigos da revista A Granja. Gostaria de saber se o Brasil ainda é líder na exportação de fumo e qual o volume de venda desse produto pelo País. Agradeço a ajuda.

Daniel Freire Lima
Camapuã/MS

R- Prezado Daniel, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Secex/MDIC) o Brasil exportou em 2013, 627 mil toneladas de tabaco, gerando divisas de US$ 3,27 bilhões. De acordo com o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), o Brasil lidera a exportação do produto há duas décadas e é seguido por Índia, Estados Unidos e Zimbábue. Em 2013, mais de 85% do fumo brasileiro foi exportado para 102 países. A União Europeia é o principal destino da produção brasileira.

PRODUÇÃO EM SUBSTRATO

Quais são as principais vantagens do cultivo de morangos no sistema de substrato? Obrigado pelas informações.

Charles Brum
Pato Branco/PR

R- Caro Charles, a produção em substrato permite o cultivo em locais protegidos, como estufas e até mesmo nas residências, com a colocação das plantas em bancadas e prateleiras, o que facilita o trabalho do agricultor – que não precisa se abaixar para mexer nos canteiros. Além disso, por meio deste sistema, a planta pode ser mantida por mais de um ciclo, e o período de plantio e colheita são mais longos. Após o plantio das mudas, a planta leva entre 45 e 60 dias para começar a produzir. Outro fator que colabora com a produção é a implantação de um sistema de irrigação por gotejamento, como explica o engenheiro agrônomo da Emater/RS Benhur Farias Martins. “O sistema de irrigação por gotejamento proporciona a quantidade ideal de umidade para a planta e não molha a folha, com isso o risco de doenças fúngicas é muito menor”, explica. O substrato pode ser utilizado em sacolas, vasos e calhas e é composto por uma combinação de vermiculita – um tipo de pedra moída – húmus de celulose e casca de arroz carbonizada, e pode ser adquirido ou fabricado pelo próprio produtor, com o auxílio de um técnico responsável. “O agricultor pode fazer em casa, mas o ideal é elaborar um projeto de estufa, irrigação e produção, acompanhado por um técnico para adequar o trabalho com as condições da propriedade e também da região”, ressalta Martins.