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COMECE BEM, TERMINE EXCELENTE

A frase não é nenhuma novidade: "O que começa errado, termina errado". Isso vale para tudo. Imagina numa safra agrícola, com suas complexidades e variantes ao longo de um processo que se estende por meses. E o desenvolver da lavoura ainda sofre as influências de fatores imponderáveis como o clima. Portanto, para não dar chance às más sortes da vida (da plantação), o óbvio é arrancar a safra com o máximo de precisão possível. E isso tem tudo a ver com a origem de tudo, a semente. O tema da nossa reportagem de capa. Mais do que escolher a semente feita na medida para suas pretensões de produção/produtividade, é possível deixá-la ainda melhor – e mais promissora – a partir do tratamento com defensivos químicos que a protegerão contra as ameaças latentes de solo.

Se produtividade ao extremo é o norte da nossa principal reportagem (e os seus objetivos), não deixe de ler o que o simpático senhor Hans Jan Groenwold tem a dizer sobre seus métodos de trabalho. Quem é ele? O que ele fez? "Apenas" foi o campeão do Desafio de Máxima Produtividade, organizado pelo Cesb, ao colher 110,55 sacas de soja por hectare.

Nesta linha de propósito, produzir mais, mais e mais, veiculamos uma reportagem sobre a importância da qualificação da mão de obra. Dinheiro gasto em formação não é gasto, não; é investimento. E com retorno certo. Afinal, o operador de uma colheitadeira de mais de R$ 1 milhão precisa ou não estar apto para pilotar esta nave?

No mês passado estivemos em dois eventos bastante relevantes, o Congresso Brasileiro do Agronegócio e o Clube da Fibra, que reuniu experts em diversos segmentos do agronegócio. A síntese de ambos também está nesta edição. Assim como outras reportagens e artigos, além das tradicionais seções.

Como já ficou claro, nossa intenção é a mesma sua: produtividade. Que a leitura desta edição lhe seja bem produtiva!