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AP: TECNOLOGIA NA DOSE CERTA

Bem interessante a reportagem sobre a agricultura de precisão (edição de junho). É sempre importante esclarecer que o País tornou-se um gigante no agronegócio não somente porque tem relevo e clima mágicos para a prática da agricultura. Foi também porque aqueles que sempre praticaram e os que praticam a agricultura sempre foram empreendedores, investiram em tecnologias modernas para tirar o máximo da atividade. É pela soma de relevo + clima + empreendedor que o Brasil é esperança da FAO em seguir sendo um dos provedores de alimentos para as populações vindouras do planeta.

Décio Alcântara Filho
Montividiu/GO


AP: TECNOLOGIA NA DOSE CERTA II

O que mais me chamou a atenção e, pra ser sincero, mais me deixou satisfeito na reportagem e nos artigos sobre agricultura de precisão, é saber que profissionais gabaritados de diferentes áreas e das principais regiões do País estão envolvidos com estas tecnologias, adaptando-as às condições e às realidades de cada região. Isso é muito importante para massificar esta ferramenta tão importante para aumentar a produtividade e reduzir custos de produção.

Antônio Aires
Maracaju/MS


DO SEMINÁRIO PARA 3 MIL HECTARES

Eu "vi" vários conhecidos na entrevista de junho (Egon Jung, em O Segredo de Quem Faz, na foto). Muitos agricultores aqui da minha região saíram do Sul cheios de planos e incertezas (mais a segunda) e criaram verdadeiros impérios iniciados do zero. Não do "zero", mas do negativo. Sim, porque foi preciso fazer alguma coisa, construir algo para se chegar ao "zero" e, então, iniciar a produção. Parabéns ao senhor Jung e à entrevista.

Vitório Lenz
Campo Novo do Parecis/MT

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