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ESCOLHA SUA COLHEITADEIRA NA ALEMANHA

Eu sou estudante da Economia de uma universidade alemã e tenho o Brasil com área de especialização. Agora estou fazendo a tese que leva ao grau acadêmico de bacharel. Escolhi o desenvolvimento agroeconômico como tema da tese. Um amigo me entregou um exemplar d’A Granja. Nessa edição de maio de 2011 descobri os preços das colheitadeiras do ano 2011. O problema que tenho agora é que, para a tese que faço, os dados do ano 2012 seriam muito importantes. Apesar de buscar há muito tempo aqui na Europa, infelizmente não pude encontrar a revista A Granja. Para mim e para a tese, seria um apoio extremamente importante se vocês puderem me ajudar. Talvez possam me mandar os dados por correio eletrônico? Eu gostaria de agradecer de antemão por qualquer forma de apoio! Com os melhores cumprimentos.

Thomas Pingen, de Münster, Alemanha

Nota da redação: A relação dos preços publicados nas 12 edições de 2012 de tratores, colheitadeiras e pulverizadores, levantamento elaborado pela Via Consulti em parceria com a revista A Granja, foi encaminhada ao leitor via email.


EXPERIÊNCIAS DE UM JOVEM LÍDER

Oportuna a reportagem O Segredo de Quem Faz, edição 771 (março), na qual o exemplo veio do jovem produtor e liderança Alex Nobuyoski Utida (foto), de Campo Novo do Parecis/MT. Acredito que em algumas regiões do país, devido principalmente a questão cultural, há jovens lideranças aflorando constantemente. Já em outras, é preciso identificar esses jovens líderes para que seja possível a sucessão, não somente nas propriedades, mas nas entidades de classe. Este fato deve ser levado a sério, de forma a não sofrermos este apagão no agro.

Nei Antonio Kukla, presidente da Cooperativa de Serviços no Agronegócio (Unitagri), de
União da Vitória/PR


O RECORDE VAI CHEGAR ATÉ O PORTO?

Muito oportuna abordagem sobre o estrangulamento da logística que serve o agronegócio (Safra recorde – o drama do escoamento, edição de fevereiro). Agora observo que a mídia em geral, até o Jornal Nacional, tem abordado em profusão este problema. O pior não é o que está acontecendo, mas a falta de propostas efetivas para resolver tamanhos gargalos. Não vejo nada (posso estar mal informada) sendo feito, encaminhado para que em 2014, 2015, 2050 tudo isso não seja mais visto. Imagens de filas gigantescas de caminhões aguardando para descarregar em portos são um atentado contra o futuro deste país.

Jaqueline Fátima Marin
Rondonópolis/MT