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Reportagem

Qualitas é a marca da eficiência alimentar a pasto entre os touros Nelore comercializados com Certificado Especial de Identificação e Produção (CEIP)

Adilson Rodrigues
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Assim como os demais programas de avaliação genética retratados até aqui, no especial da Revista AG, esta é mais uma história forjada em eficiência produtiva.

Nesses 25 de anos de existência, muita coisa aconteceu e muitas foram as transformações do Qualitas, que nem sempre teve esse nome. O início de tudo remete ao reconhecido trabalho do Núcleo de Zootecnia.

Em 1993, Leonardo Nishimoto Souza, um dos sócios atuais do Qualitas Melhoramento Genético, conheceu Fábio Martins Guerra Nunes Dias, que fora palestrar em um evento da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Goiás a convite do professor Gustavo Eduardo Freneau.

Fábio Dias havia visitado os EUA e trazia na bagagem a ideia de criar um novo Programa de Melhoramento Genético Quantitativo baseado nas avaliações genéticas BLUP, sigla em inglês para Best Linear Unbiased Predictions, ou Diferenças Esperadas na Progênie (DEP), como chamamos no Brasil.

Os planos concretizaramse em 1994, quando Fábio Dias fundou, por meio da sua empresa, o Núcleo de Zootecnia, o Programa de Avaliação e Identificação de Novos Touros (PAINT), sob encomenda da Lagoa da Serra – sem o afixo “CRV”, pois a central ainda não tinha sido adquirida totalmente pelo grupo holandês.

O PAINT estava sendo estruturado para seguir a normativa da Certificação Especial de Identificação e Produção (CEIP), também criado naquele ano pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Concomitantemente, Souza iniciava ...

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