Notícias do Montana

 

Mais um pouco sobre nossa história

Há 20 anos, pecuaristas brasileiros e americanos deram o pontapé inicial para a formação do Montana Composto Tropical.

Desde o início dos trabalhos, o Montana foi desenhado para se encaixar tanto em vacas cruzadas como em vacas zebuínas, gerando heterose, complementaridade entre raças e, principalmente, melhoramento genético.

Nos anos 1990, uma série de raças taurinas chegaram ao Brasil e seu mau uso gerou resultados abaixo do esperado. Isso aconteceu porque não foram selecionadas para trabalho em clima tropical.

O Montana, por definição, é um composto, recebendo contribuições de diversas raças, que, somadas, geram um animal completamente adaptado ao ambiente tropical, capaz de gerar heterose ao longo das gerações. O Montana, por definição, é um melhorador: 100% do rebanho Montana é geneticamente avaliado pelos geneticistas da USP/ Pirassununga e todos os touros e matrizes comercializados possuem o CEIP (Certificado Especial de Identificação e Produção), emitido pelo Ministério da Agricultura para animais verdadeiramente melhoradores, e para somente os TOP 26% de cada safra.

É importante esclarecer que o Montana não é um taurino adaptado ou um híbrido. Para ser Montana, tem que ser muito mais! Além da avaliação genética para características de produção e reprodução, o Montana é a primeira raça a avaliar 100% dos animais para características de carcaça via ultrassonografia. Sem dúvida, essas análises têm muito a oferecer ao mercado em termos de certeza de qualidade das carcaças produzidas, tanto na uniformidade dos cortes, como na cobertura de gordura e na qualidade da carne.

“Diferentemente do que acontece no suíno e no frango, em que a produção animal é extremamente profissional, na pecuária bovina ainda vemos uma série de modismos e vaidades. Muitas vezes vemos pecuaristas adquirindo animais de raças que não são tão produtivas – sendo apenas bem divulgadas – e a produção acaba gerando frustrações. É preciso pensar em uma pecuária produtiva e rentável e focar no objetivo da produção, que é a produção de carne, e deixar boas matrizes para continuidade da produção”, explica Gabriela Giacomini, gerente de Operações do Montana.

Você pode estar se perguntando se o Montana é para você. Claro que sim! O Montana é muito simples de usar. É só acasalá-lo com seu rebanho e começar a colher os resultados, sem complicações. O Montana pode e deve ser manejado como raça pura, sem a necessidade de manutenção de rodeios diferentes de vacas. Nas filhas de Montana, volta- -se a usar o Montana, gerando heterose ao longo das gerações, melhorando geneticamente o rebanho e produzindo fêmeas férteis, precoces e muito adaptadas ao clima tropical.

Para saber mais, ligue para (17) 3011-6775 ou mande um e-mail para [email protected] compostomontana.com.br.

VEM AÍ:

– Leilão Montana RS: 40 touros Montana selecionados a dedo para o tradicional remate que será realizado em Pelotas, no dia 07/10, às 19hs.