Notícias do Montana

Importantes mesmo são a ciência, a tecnologia e a avaliação genética!

Há alguns anos o cruzamento deixou de ser ferramenta para poucos para se tornar indispensável na pecuária atual. Aumento de índices produtivos, como ganho de peso, velocidade de terminação, melhores carcaças e aumento de índices reprodutivos, como fertilidade, longevidade e precocidade sexual, passam, obrigatoriamente, pelo cruzamento.

É crescente a procura por touros para cruzamento industrial e parece que, finalmente, o pecuarista brasileiro percebeu os benefícios da heterose e está usando-a a seu favor. A exemplo dos agricultores, avicultores e suinocultores, o bovinocultor de corte está partindo para uma pecuária de mais resultados e menos show.

No entanto, é importante ressaltar que heterose não é tudo. O benefício da heterose é imediato, mas não se mantém ao longo das gerações. Aqui, o que é passado "de pai para filho" é o melhoramento genético. Palavras como "qualificado" ou "certificado" pouco querem dizer, o importante é procurar animais geneticamente avaliados e isso nem todas as raças podem oferecer.

Melhor ainda se a raça escolhida possuir CEIP, que é o Certificado Especial de Identificação e Produção, emitido pelo Ministério da Agricultura para programas de verdadeiro avanço genético. Quando o animal possui o CEIP, ele está obrigatoriamente classificado entre os TOP 20 a 30% da safra.

Ainda é fácil encontrar pecuaristas que compram touros apenas por possuírem registro em associação ou, pior, pelo "preço camarada". Um registro PO significa apenas que o animal está inscrito numa associação, possui pais e avós conhecidos e está dentro do padrão racial, mas não há garantias de produtividade. Touro é investimento. Na hora da compra, é preciso lembrar que ele será o responsável pela qualidade da bezerrada da próxima safra e uma decisão errada na hora da compra do touro pode trazer um prejuízo que pode durar gerações.

Com essas informações, já é possível separar o joio do trigo. Investir certo, sem influência de modismos, para colher os bons frutos.

Cruzamento eficiente, a pasto, com melhoramento genético sólido e com CEIP, pede o uso de touros Montana. São animais capazes de trabalhar a campo em qualquer região do país, gerando bezerros rústicos, bem adaptados, uniformes, com enorme potencial de ganho de peso e carne de qualidade.

O Montana, por ser um composto, oferece manutenção de heterose ao longo das gerações. Basta usar Montana na vacada e continuar usando nas fêmeas cruza Montana que a heterose se mantém alta e constante.

Como é formado por uma série de raças, o Montana traz consigo o melhor que cada raça tem a oferecer, como a rusticidade do Nelore, a precocidade e a qualidade de carcaça dos britânicos, a adaptação das raças adaptadas e a musculosidade das raças continentais.

O Montana também oferece melhoramento genético. Todos os animais Montana, machos e fêmeas, são avaliados desde o dia do nascimento até os 14 meses de idade, quando os dados são enviados para os geneticistas da USP/Pirassununga. Os geneticistas processam os dados das avaliações de campo com os dados de pedigree e os transformam em DEPs, as Diferenças Esperadas na Progênie. Somente então, quando o touro está no TOP 23% da avaliação genética, já foi avaliado morfologicamente e já possui o exame andrológico positivo, é que ele recebe o M do Montana e pode ser comercializado. Montana é touro para quem entende de touro.

Para saber mais, acesse www.compostomontana.com.br, mande um e-mail para [email protected] ou ligue para (17) 3011-6775.


Vem aí:
Remate Santa Jovita
15/10 – Santana do Livramento/RS. Convidado do Remate Bela Vista.
16/10 – Exposição de Alegrete/RS.
31/10 – Estância Santa Jovita, Alegrete/RS. Serão 22 touros, 100 fêmeas e 200 novilhos.