A Granja do Ano – 33 anos da melhor prestação de informações e serviços ao profissional do campo.

Radiografia das principais atividades agrícolas, relação de instituições e empresas do agronegócio brasileiro.

Especial

 

UM BRASIL QUE SE ACOSTUMOU A BOAS NOTÍCIAS

O agronegócio brasileiro não tem mais saído das manchetes daimprensa quando o assunto é economia. Sobretudo nestestempos complicados. A qualquer menção sobre a queda do PIB do País, diminuição do nível de emprego e queda nas exportações, a agropecuária é imediatamente mencionada como exceção. Sim, a agropecuária não tem sido exatamente um paraíso, mas nesse campo as notícias positivas têm superado as negativas – e de goleada. Quem comemora as vitórias com sabor de título são todos os brasileiros, incluindo os governantes. O cenário bem diferente do observado na economia do Brasil em geral está detalhado nas páginas que se seguem, uma radiografi do agronegócio brasileiro tradicionalmente veiculado pela A Granja do Ano, que atinge uma marca histórica: é a 30ª edição do anuário mais tradicional do agronegócio brasileiro.

A safra 2014/15 vai superar os 208 milhões de toneladas de grãos e firas, um recorde, 15 milhões a mais que a anterior, que já tinha sido a maior até hoje. A próxima temporada ainda não tem estimativa de produção total, mas já se sabe que apenas a soja deverá se aproximar ou até superar as 100 milhões de toneladas. A reportagem sobre as perspectivas para a oleaginosa, não apenas quanto à produção, mas também rentabilidade ao produtor, exportações, cotações em Chicago e outros números e previsões, é a primeira das abordagens sobre os segmentos mais importantes do agronegócio brasileiro. Quase a totalidade do PIB da agropecuária está contemplada nesta publicação. Um trabalho conjunto da equipe de jornalismo d’A Granja com os jornalistas da consultoria Safras & Mercado, que ampararam os textos em informações de experts.

Muitas das culturas terão suas áreas ampliadas, outras sofrerão um encolhimento forçado pelas circunstâncias adversas, inclusive em razão da realidade internacional. As carnes estão em alvoroço pelas conquistas de novos mercados – o que ajuda a refltir nas cotações domésticas. Alguns segmentos ainda carecem de maior organização ou profisionalização. E todos vão penar um pouco (ou muito) pelo aumento generalizado dos custos de produção. Porém, já os que têm o mercado externo como um cliente importante, esses estão com o ânimo inflmado por uma palavra preciosa: câmbio – ou dólar valendo mais perante o real. Em síntese, o ano agrícola 2015/16 vai seguir fiurando (positivamente) nas manchetes econômicas. E o Brasil das difiuldades e dos desafis de sempre seguirá devendo incomensuráveis agradecimentos ao campo e seus homens e mulheres empreendedores.