A Granja do Ano – 33 anos da melhor prestação de informações e serviços ao profissional do campo.

Radiografia das principais atividades agrícolas, relação de instituições e empresas do agronegócio brasileiro.

Colheitadeiras

 

Suporte para COLHER mais e melhor

A John Deere investiu US$ 200 milhões no Brasil nos últimos dois anos para atender desde o pequeno até o grande produtor

A Granja do Ano - As colheitadeiras da John Deere rodam nas lavouras de todas as regiões do Brasil. Como a empresa trabalha para atender as diferentes demandas dos produtores brasileiros?
Paulo Herrmann -
Acreditamos que é preciso fornecer soluções. Ou seja, nosso forte sempre foi o produto e a tecnologia, e queremos que essa tecnologia seja utilizada da melhor maneira possível, como um suporte à decisão agronômica e à produtividade. Quanto mais informação o cliente tem, mais assertivo ele se torna, tomando as decisões corretas. Por meio da mais alta tecnologia, a John Deere se preocupa em atender todas as necessidades, do pequeno ao grande produtor – com um portfólio completo que visa contribuir para o desenvolvimento da agricultura brasileira e para o benefício produtivo dos agricultores. Além disso, por termos a maior rede de concessionários do País, temos a oportunidade de estarmos sempre próximos dos produtores, de maneira que podemos auxiliá-los, bem como ouvir e conhecer as demandas regionais.

Quais são as mais recentes novidades da John Deere no segmento de colheitadeiras?
A companhia investe milhões de dólares em pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias, em treinamento, em inovações que beneficiem os agricultores de todo o mundo. Em 2014, a John Deere lançou a Série S de colheitadeiras, que é fruto desse investimento global. São equipamentos modernos e com tecnologia de ponta, que conseguem terminar a colheita até sete dias antes do previsto, com disponibilidades de até 1 hora a mais de colheita por dia. Com os modelos S540, S550, S660, S670 e S680, a nova Série S teve todos os componentes e sistemas projetados para ampliar o desempenho da máquina e a capacidade de colheita, reduzindo o consumo de combustível em até 17% e aumentando a produtividade em até 15% com relação a máquinas similares. A tecnologia da nova linha permite a utilização do equipamento em inúmeros tipos de cultura, em todas as regiões do País. Em 2015, o modelo S690 juntou-se aos demais da Série S, completando a série mais moderna de colheitadeiras de grãos do País.

Quais foram os principais destaques e/ou investimentos da empresa no Brasil ao longo deste ano?
A John Deere auxilia os produtores a responderem a vocação agrícola brasileira e apoiá-los na missão de alimentar o mundo. Ao longo dos últimos anos, a John Deere realizou diversos investimentos em suas operações, o que demonstram a importância estratégica do País para a companhia. Ao todo foram mais de US$ 200 milhões de aporte no Brasil nos últimos dois anos: US$ 40 milhões na ampliação da fábrica de tratores em Montenegro/RS, para a produção nacional dos tratores de alta potência da Série 8R; US$ 13 milhões na ampliação do Centro de Distribuição de Peças para América do Sul, que será o maior armazém de peças do setor na América Latina e abrigará o Centro de Treinamento John Deere; US$ 40 milhões na ampliação da fábrica de Catalão/GO para aumentar em 30% a produção de colhedoras de cana e pulverizadores; e US$ 180 milhões investidos em duas fábricas de construção, inauguradas em 2014. E no final do ano passado a John Deere anunciou a conclusão da compra de 100% da Auteq Telemática. Com a aquisição, a John Deere fortalece ainda mais sua presença no mercado de cana-de-açúcar ao oferecer um portfólio ainda mais integrado aos clientes. Além disso, podemos destacar também que a companhia está apresentando o conceito John Deere FarmSight, que reúne a visão de futuro da John Deere em eficiência da gestão no campo e tomada de decisões em tempo real. Por meio de soluções integradas, que vão desde as máquinas, passando pelas opções de serviços oferecidos e o suporte pós-vendas, a John Deere é uma empresa que não vende somente produtos, mas soluções que otimizam o uso das máquinas, melhoram a logística e dão suporte à decisão agronômica.

Paulo Herrmann é presidente da John Deere Brasil