Do Pasto ao Prato

 

CORRETOR DE GADO? NÃO, MUITO CARO

Meus cumprimentos amigos leitores: 2017 já está rodando e aproveito este espaço para saudar a todos e agradecer a parceria em 2016. Inicio nesta coluna o meu quinto ano como colaborador de AG – A Revista do Criador. Tem sido uma ótima experiência trocar ideias e conviver com vocês. Vamos por mais! Dedico este texto para pensarmos um pouco na atuação e função de um profissional da pecuária: o corretor de gado.

O profissional dedicado à comercialização de gado tem para alguns imagem e conceito um pouco injustos. Na tentativa de desqualificar (ou baratear) os serviços desses “agentes comerciais” muitos reduzem a importância do seu trabalho e até usam expressões pejorativas à função. Alguns os chamam de “picaretas” ou “brique” de gado, etc. Não uso dessas denominações por não concordar com elas. Considero os corretores e demais envolvidos com a compra/venda de gado profissionais importantes e necessários. Produzimos para vender e se os negócios não ocorrerem no tempo ou valor que planejamos, temos um grande problema.

No RS, e creio que no resto Brasil também, onde existe pecuária, existe gente dedicada à comercialização. Desde o corretor que trabalha sozinho, o comprador de gado gordo (frigorífico), passando pelos Escritórios Rurais, até as grandes Leiloeiras, formam um grupo importante que contribui muito para a dinâmica dos negócios rurais e que agrupo em “agentes comerciais”.

Por que contratar um agente comercial?

As justificativas para buscar apoio no agente comercial são várias.

Na compra de gado: o acesso a maior número de lotes de animais à venda (oportunidades), a disponibilidade de revisões pelo agente com a produção de imagens do produto (fotos e vídeos), a busca pelo produto específico conforme especificações (raça, c...

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