Leite

 

ESTRIBO

Cultivar de capim gera mais de R$ 75 milhões para pecuária no Sul

Manuela Bergamim

Os benefícios econômicos gerados com a cultivar de capim- -sudão BRS Estribo, lançada em 2013, têm entusiasmado pecuaristas e produtores de leite na Região Sul do País. Somente no ano de 2015, foi gerado um ganho adicional de R$ 75 milhões, somando- -se a venda de carne, a economia nos custos de produção de leite e a venda de sementes. Esse resultado foi revelado por trabalho realizado por especialistas da Embrapa para avaliar o impacto da tecnologia. Os pesquisadores basearam-se em entrevistas feitas com produtores de gado de corte e leite que adotaram o BRS Estribo.

Desenvolvida em parceria entre a Embrapa Pecuária Sul (RS) e a Associação Sul-Brasileira para o Fomento de Pesquisa em Forrageiras (Sulpasto), a cultivar BRS Estribo é uma forrageira anual de verão e que apresenta maior rusticidade e ciclo mais longo, o que a coloca em vantagem diante do milheto e do sorgo-forrageiro, espécies mais comumente usadas como pastagem de verão na Região Sul do Brasil.

Pesquisador Danilo Sant’Anna fala sobre resultados da cultivar em dia de campo

De acordo com o Relatório Anual de Avaliação dos Impactos das tecnologias geradas pela Embrapa no ano de 2015, a área plantada com o capim-sudão BRS Estribo totalizou 340 mil hectares, tanto em áreas de produção de carne como para leite. Ao se considerar somente o valor gerado com a produção de carne, os dados mostram que em cada hectare em que foi utilizada a tecnologia BRS Estribo conseguiu- -se produzir, em média, 24 quilos a mais que o proporcionado pela forrageira anteriormente utilizada pelo produtor: o sorgo-forrageir...

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