Raça do Mês

 

DESBRAVANDO O BRASIL

Erick Henrique
erick@revistaag.com.br

A bovinocultura está compreendendo, depois de muitos insucessos, que produzir carne do modo tradicional não surte efeito positivo para o bolso do pecuarista. Até porque um depende do outro para prosperar, tanto no quesito econômico quanto no social. Ganha todo mundo quando o produtor abre a mente para o novo mundo de possibilidades tecnológicas que o mercado vem criando, seja pelas companhias, seja pelas instituições de pesquisa.

Seguindo essa premissa de prosperidade, as fazendas estão cada vez mais apostando no taurino Hereford e no sintético Braford para otimizar a produção, sem gerar desequilíbrios durante o processo. Uma vez que essas raças possuem aptidão de converter matéria-seca ingerida em ganho de peso, sendo um viés de suma importância na relação custo/benefício.

“Temos de tratar a nossa atividade com a mesma importância que a lavoura de arroz e soja, de alta tecnologia'', avalia Luciano Sperotto Terra, presidente da ABHB

A eficiência genética dessas raças são mecanismos de sustentabilidade, que atraem olhares das indústrias que estão firmando contratos com projetos focados no equilíbrio produtivo, seguindo a exigência do consumidor final.

Além da eficiência alimentar, o Hereford, apelidado de cara branca, imprime performance a campo, praticidade e lucratividade, tornando a raça mais abundante em diversas regiões do mundo, por conta da fertilidade, rusticidade, longevidade e adaptabilidade.

A Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) recomenda que, antes de adquirir animais em vendas diretas, leilões presenciais e virtuais, os pecuaristas fiqu...

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