Mercado

Melhora o poder de compra do invernista

As exportações de carne bovina continuam em alta e ajudam no escoamento interno da produção brasileira, que segue em marcha lenta no decorrer de 2016 devido às crises política e econômica que assolam o País. O Brasil fechou o primeiro semestre de 2016, de acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), com um aumento de 1,3% em faturamento e 12% em volume exportado quando comparado ao mesmo período do ano passado. Isso resultou em uma receita de US$ 2,8 bilhões advindos de um embarque de 736 mil toneladas de carne.

Segundo a mesma associação, os números positivos devem-se às importações de Hong Kong, que se manteve na liderança entre os maiores importadores da carne bovina brasileira no fechamento do primeiro semestre. A diferença da receita gerada por Hong Kong, quando comparada à China, segunda colocada no ranking e que acaba de completar um ano da reabertura de mercado, é de 67,8%. Logo em seguida, na terceira colocação, está a União Europeia e, na quarta, o Egito. Outro destaque positivo nesse primeiro semestre foram os Estados Unidos, que ocuparam a oitava colocação no ranking e voltaram a figurar entre os principais importadores da carne bovina brasileira.

Apesar de as exportações do primeiro semestre de 2016 terem sido superiores ao primeiro semestre de 2015, o mês de junho apresentou retração de 3% em faturamento e 2% em volume exportado frente ao mês de maio; no entanto, isso não muda as expectativas promissoras para o segundo semestre do ano.

Entre as categorias mais exportadas, a carne in natura seguiu na liderança no mês de junho, seguida da industrializada, dos miúdos, das tripas e das salgadas.

Ainda no tema exportações, o Brasil atingiu 92,9% da Cota Hilton concedida pela União Europeia, que é de 10 mil ...

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